Franquias em números

Resident Evil: 183M e três reinvenções sem perder o medo

Poucas franquias conseguiram mudar tanto de câmera, ritmo e estrutura mantendo a mesma identidade na cabeça do fã.

183M+ 1996 três grandes eras
Controle e teclado em mesa escura
Resident Evil em números

A série que reinventou o survival horror sem se diluir

O tamanho da franquia vem da capacidade de mudar o formato e manter o núcleo.

Origem

Resident Evil nasceu em 1996 e definiu um gênero

Entre mansão, câmera fixa e escassez de recurso, a franquia ajudou a consolidar o survival horror. O número total vendido hoje mostra que a série não ficou presa à própria origem.

RE2 Remake

Um dos maiores motores recentes de vendas da franquia, mostrando que remake também pode empurrar o topo.

RE4 e a câmera

A mudança para o over-the-shoulder foi tão marcante que virou referência para o mercado inteiro.

RE7 em primeira pessoa

A franquia voltou a causar estranheza e tensão ao mudar o ponto de vista sem abandonar a identidade.

O segredo da série

Resident Evil continua gigante porque cada reinvenção parece resposta, não desespero

A Capcom mexe no formato quando precisa, mas conserva o núcleo de tensão, escassez e assinatura visual.

Fora dos games

O nome Resident Evil também atravessou o cinema

Isso ajuda a manter a franquia em circulação até para quem não acompanha cada lançamento novo.